Nós não somos nada sem nossa família e também sem nossos amigos. Podemos contar com a família pro que der e vier e com os amigos podemos contar e experimentar basicamente tudo que vier. Recebi a visita de dois amigos muito especiais que vieram na semana da parada gay, que como muitos sabem nem é tão legal (perdeu o propósito de manifesto e virou uma grande micareta). O que mais se aproveita é a semana antes, quando ocorrem várias festas em boates, etc.
Os dois amigos são bem diferentes. Um é extremamente inteligente (bee desculpa) e mora em outro país, onde estuda DNA de peixinhos e o outro é mais, podemos dizer que, vivido. No entanto, os dois são parecidos em alguns aspectos, ambos topam tudo, qualquer aventura. Ficamos eu, meu irmão e estes dois amigos no nosso ap (se esse ap falasse vocês iriam se acabar de rir). Foram várias saídas, cervejas, vodkas, risadas, ficadas... Houve até caça de pombos na Augusta! Os lugares que tiveram o prazer de nos receber foram a The Week (lugar só pra turista ver), a Aloca (estava lotado, mas foi super divertido), o bar dAloca (de leve), o Sonique (grande surpresa), a 269 (deixa quieto) e a Bubu (as melhores e mais divertidas noites). Paulo, Gabriel, Anderson, André, Gustavo... a lista foi longa.
Nunca vi tanta energia em tão poucas pessoas, toda noite fazíamos algo, uns mais que outros (alguns passaram mal e outros ficaram com dor no pescoço), mas todos se divertiram muito. Assim veio o domingo e a parada. O LoverBoy teve uma dor de barriga exatamente no dia da parada e não foi. Só encontrei os amigos, no total de 9 pessoas super hiper ultra especiais (amigos da minha terra), no fim da tarde quando eles estavam perto do meu ap e eu já estava melhor. Tivemos uma noite inesquecível.
Mas, nesses dias aconteceu algo interessante comigo. Em um dos dias na Bubu conheci um cara, exatamente meu tipo, todo tatuado e bem misterioso. Cheguei em casa acordando meu irmão dizendo que estava apaixonado. No dia seguinte mandei duas mensagens e ele não respondeu. Ok! Isso acontece. Mas à noite ele mandou uma mensagem se justificando porque não havia as respondido prontamente. Depois foram várias outras mensagens tipo “muleke foda”, “quero te trombar”, etc. Claro, não entendi nada, mas depois no msn ele me disse o significado de todas as gírias (trombar é encontrar, eu confesso que tive medo) e pediu pra me ver na terça. Combinamos tudo, mas deu 23:30 e nada dele, nem sequer uma mensagem. Fiquei puto e liguei o computador pronto pra dar um fora nele por msn, por ele ter me confundido com o aniversariante do mês. E lá estava ele, online. Começamos a conversar e antes que eu dissesse algo, ele disse que tinha acabado de “botar o guri pra dormir”. COMO? O QUE? GURI? Ele então disse que tinha um filho. Eu fiquei sublinhado, itálico e alinhado à esquerda (Jorgeeeeeeee). Daí ele me desarmou quando contou sobre o filho. Gente, ele assumiu o filho sozinho. Eu fiquei surpreso com a atitude dele, que ama o filho mais que tudo. Hoje em dia isso é raro. Ah, a mãe? Meio que sumiu. Eu sempre pensei que tudo pode acontecer e tentei nunca julgar ninguém. Tive um momento de raiva e esqueci daquilo tudo que acreditava, mas a vida bateu um martelo na minha cabeça e me fez acreditar naquilo tudo ainda mais, tudo realmente pode acontecer (olhe que eu pensei que ele tinha passado no bar dAloca e havia conhecido alguém por lá). Não sei o que vai acontecer conosco, mas vou passar quase 3 semanas fora e não sei se esse tempo vai fazer as coisas esfriarem. Veremos...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
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resumindo em uma palavra: INESQUECÍVEL!! As festas, piadas, vodkas, peneiras, risadas, tudo tem um valor especial. E isso é apenas o começo. XoXo...
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